SOBRE

A Polifônica Cia. é um espaço real e virtual destinado aos projetos de criação artística do autor, diretor e jornalista Luiz Felipe Reis e da atriz Julia Lund. Fundada em 2014, a Cia. é baseada no Rio de Janeiro, Brasil.

 

 

 

LUIZ FELIPE REIS (Autor, diretor e cofundador)

 

Diretor, dramaturgo e cofundador da Polifônica, escreveu e dirigiu as peças "A inútil biografia de um homem qualquer" (2014), "Estamos indo embora...” (2015), indicada ao Prêmio Shell na categoria Inovação, "Amor em dois atos" (2016), indicado ao prêmio Cesgranrio de melhor direção, "Galáxias" (2018), e o solo teatral e audiovisual "Tudo que brilha no escuro" (2020), indicado ao Prêmio APTR 2020 na categoria Melhor Espetáculo Inédito Ao Vivo. 

 

É também curador do festival Cena Brasil Internacional (2015-), jornalista e crítico de teatro e de música (O Globo, 2010-18), além de pesquisador das artes performativas com foco em encenação contemporânea pela PUC-Rio. Como diretor, dramaturgo e pesquisador, investiga procedimentos de encenação a partir das noções de Polifonia Cênica e de Contra-cenas ao Antropoceno. À frente do Núcleo de Pesquisa e de Criação Artística da Polifônica, ministra o curso "CENA é MUNDO – Outros reais possíveis". 

Para 2022-23, prepara a estreia dos espetáculos "VISTA", a partir de "Vista chinesa", de Tatiana Salem Levy; "2666 – O último Bolaño", a partir da obra de Roberto Bolaño; "Eddy – Uma história da violência", a partir da obra de Édouard Louis; "Intramuros", de Alexis Michalik; "Na boca do vulcão", dramaturgia própria; e "Ensaio sobre o fim", de Boris Nikitin.

 

JULIA LUND (Atriz e cofundadora)

 

Atriz e cofundadora da Polifônica Cia., Julia Lund co-idealizou e atuou nas obras "Estamos indo embora" (2015), "Amor em dois atos" (2016), pela qual foi indicada ao prêmio APTR de melhor atriz protagonista, e em "Galáxias I".

 

É atriz formada pela UniverCidade, do Rio de Janeiro. Começou a trabalhar em 2004 com a Cia. Teatro Autônomo, dirigida por Jefferson Miranda, tendo atuado em “E agora nada é mais uma coisa só” (2005); “Nu de mim mesmo” (2008); e “Série 21”. 

 

Fora da Cia., atuou em “A conferência dos pássaros” (2014), de Farid ud-Din Attar e direção de Mauricio Grecco; “Elefante” (2013), com a Probástica Cia.; “A Gaivota” (2012), de Anton Tchekhov, com direção de Bruno Siniscalchi e supervisão de Bia Lessa; “Ricardo III” (2012), de Shakespeare, com direção de Claudio Baltar, Fábio Ferreira e da Royal Shakespeare Company; assim como em “Nãotemnemnome” (2011), da Cia. das Inutilezas. 

 

Na TV Globo, atuou na novela “Caras e bocas” (2009), de Walcyr Carrasco, e em "Pega pega" (2017-18), de Cláudia Souto, e foi uma das protagonistas da série “Do amor” (2013, Multishow).

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